A novidade de Christopher von Uckermann

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Para o ator e cantor teria sido mais fácil seguir com a música que o fez famoso no RBD, dedicar-se a escrever letras para apaixonar as jovenzinhas ou seguir em telenovelas e fazer a carreira de galã. Mas em seus 24 anos, o artista mexicano estreia como solista com um disco, ‘Somos‘, no qual rompe com sua música de antes. E às telenovelas também disse: não mais. O álbum sai à venda no dia 20 de novembro.

Que tão distante está agora do que fazia com RBD?

Em ‘Somos’ vem minha essência: as idéias que tive em minha mente há muito tempo, aterrissadas em canções. O disco é conceitual, futurista, dimensional.

Uma canção fala sobre o planeta Terra e a nova consciência sobre o meio ambiente. Outra fala sobre como o tempo nos devora. Outra, sobre como a tecnologia se interpõe entre os seres e o amor.

Sempre se interrogou por esses temas?

Esses conceitos me chamam a atenção. Passei por isso de não viver no presente, porque estou pensando no futuro, me lembrando do passado. Minha meta como pessoa é viver mais no presente.

Desde menino esteve em frente ao público. Isso é um recomeço?

Quando era pequeno fiz um ou outro comercial, fiz projetos de telenovelas. Mas, nesta etapa, abro os olhos à vida, começo a fazer os projetos que quero: escrever música e ter uma visão clara de para onde quero chegar.

RBD foi a plataforma de decolagem para aterrissar meus projetos. RBD foi um grande apoio. Vivi coisas incríveis. Mas queria estar só, levar em frente minhas idéias. Agora produzi este bebê, que é meu material, minha criação.

Um artista encantado com nosso país

Von Uckermann afirmou que por causa de sua experiência quando gravou a série ‘Kdabra‘, tinha gostado tanto da Colômbia que tranquilamente se mudaria para cá.

Sobre as reações do público, que encontra diferenças nas suas novas canções, disse: “Quando você entrega algo natural, algo que você sente e é tua essência, o público o sente e o vive contigo. Neste disco estou plasmando o que sou e é o começo de uma evolução”.

:: Fonte: Bogota.vive.in
:: Tradução: UckermannnBrasil.com



Dulce María “Extranjera” e “Ingenua”

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Mónica Vélez e Mario Iván Contreras, autores da WestWood Publishing, fizeram temas para a primeira produção discográfica de Dulce MaríaExtranjera“.

A atriz e cantora Dulce María, quem apresentou oficialmente ‘Extranjera‘, seu primeiro disco solista, disse que seu foco será chegar ao coração dos fãs e convencê-los com esta nova proposta musical, totalmente diferente da que fez o RBD.

O CD, que inclui unicamente sete temas, dois deles de sua autoria, terá um custo de 90 pesos, com a finalidade, assegurou, de fazê-lo mais acessível e diminuir a compra da edição pirata.

Na conferência de imprensa, a ex-RBD, comentou que ‘Extranjera‘ sairá simultâneamente no México, Espanha, Argentina, Eslovênia, Croácia, Colombia, Chile, Brasil, Ecuador, Venezuela, e Portugal (o CD inclui dois temas em português), entre outros países.

O disco com o qual Dulce María buscará abrir p0rtas contém os temas ‘Inevitable‘, ‘Vacaciones‘, ‘Luna‘, ‘No se parece‘, ‘Ingenua‘, ‘El hechizo’ e ‘Extranjera‘, que da título a seu recente trabalho musical que ela levou um ano preparando.

Apontou que a preparação deste disco começou em agosto de 2009, logo, de setembro a dezembro començou a seleção do repertório, e em janeiro já estavam no estúdio para começar a gravá-lo.

Dulce María definiu ‘Extranjera‘ como um material honesto, no que se plasmam não somente os sentimentos de outros compositores e sim dela mesma, no que desafogou alegrias e tristezas.

Neste disco tive a oportunidade de conversar, dialogar e compartilhar pontos de vista com os outros compositores, que agarraram a onda sobre o que eu buscava“.

Porém, disse: “na verdade, há umas canções favoritas, entre elas, ‘Extranjera’ e ‘Ingenua’, ainda que todas me chegam e estou segura que nos fãs também“.  Ambos os temas foram produzidos por Mario Iván Contreras,  jovem talento e promessa dentro do meio artístico. “Ingenua“ e “Extranjera” são uma colaboração entre Mónica Vélez e Pedro Dabdoub,  Mónica é a recém ganhadora do Latin Grammy por Mientes “Canção do Ano“ –  (interpretada por Camila) e celebrado ontem em Las Vegas.

Reconheceu que para fazer um disco, não somente se deve buscar o que seja comercial, rentável para o cd e para ela como cantora, que a liquide resultados positivos, mas não em presentes e sim em adeptos que se unam aos fãs que a conheceram no RBD.

Já que não só se busca que tenham boa letra, que sejam agradáveis musicalmente falando, que traga uma mensagem, há numerosos fatores que se deve levar em conta, não é nada simples, mas é o pessoal, eu buscava que tivesse minha marca para poder chegar as pessoas!”, contou.

:: Fonte: LaChicuela.Com
:: Tradução: DulceBrasil.com











Espera Uckermann apaixonar-se algum dia

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Para seu primeiro álbum, Somos, Christopher Uckermann, compôs quase todos os temas, e na hora de escrever se inspirou no cuidado do mundo e na tecnologia, mas não em amor, confessa, nunca esteve apaixonado.

“Não me identifico muito com o amor de casal. Por exemplo, ‘Sinfonía’ fala do amor universal ou o amor de família. a música fala de se imaginar um lugar onde realmente existe harmonia entre todos.

“Sim senti, mas amor é uma palavra muito forte, acredito que o amor é de anos, a mim não chegou ainda. Sim, gostei de algumas pessoas, mas apaixonado, apaixonado, não”, assegurou o cantor.

O ex-RBD contou que, mesmo que na agrupação teve oportunidade de compôr um tema, agora, que é solo, pôde falar do que lhe interessa: a ecologia ou o significado do tempo.

“‘Somos’ fala do planeta Terra e da nova coincidência que há em torno disto.  ‘123′  fala de como os seres humanos vivemos no passado ou no futuro, e não no presente, e  ‘Apaga la Máquina’ trata de como a tecnologia se interpõe ao amor.”

“Costumo levar a uma gravadora em todos os lados e ai ravo minhas ideias. Sou muito visual, uma revista me pode transmitir um conceito, e sobre isso escrevo”.

Somos,  que sairá à venda terça, foi produzido por George Noriega e Jody Marr, quem colaborou com artistas como Ricky Martin, Shakira e Alejandro Sanz.

“Com esse CD estou começando, mas tive muita ajuda para poder aterrizar-lo. O álbum nos tomou perto de um ano e meio. Para mim era importante que cada música contasse uma história, que fosse como um mini filme”.

O primeiro single, “Sinfonía”, já toca nas rádios, mas levar seu videoclipe à TV resultou toda uma odisséia, pois, em plena gravação, parte do material desapareceu.

“No segundo dia íamos a caminho de uma locação e nos reoubaram os equipamentos. Visualmente, acredito que o vídeo ficou bem, sim lhe falta um pouco de história, mas já não nos deu tempo de fazer outro”.

Christopher gostaria de combinar música com a atuação, mas também quer cumprir seu desejo de produzir cinema.

“Não quero ir por uma ramificação, se no dia de amanhã quero dedicar-me a produzir, farei-o. Já estou escrevendo algumas ideias para o cinema que gostaria de colocar em prática em alguns anos”.

Vota de mágica à Colômbia

Christopher Uckermann, quem interpreta a Luca, um jovem com poderes especiais, na série Kdabra, voltará à Colômbia dia 22 para gravar a segunda temporada, que poderá ser transmitida em março.

“Misturarei este trabalho com minha música, estarei promovendo meu disco na Colômbia, estará pesado”.

O ator relata que enquanto residencia nesse país vive em um apartamento só e tem pouco tempo livre. “Trabalho todos os dias, quase nunca tenho dias de descanso, mas de repente nos juntávamos com o diretos a tocar música”.

Adiantou que nesta temporada o público verá melhores histórias e se conservarão os efeitos de magia. “Esta temporada tem um desafio muito bom, mesmo que não possa revelar nada, mas acredito que estará melhor que na primeira”.

:: Fonte: ElTiempo.com
:: Tradução e Adaptação: UckersSP.com





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