
“Para que fazer guerra, se a paz não custa nada”
Amanda Barrocas
Hoje começamos a nossa serie de entrevistas especiais. Vamos falar de nada mais, nada menos que Alfonso Herrera Rodriguez. Para quem está desatualizado, Poncho (como é conhecido), tem 27 anos, atuou nas novelas Clase 406 e Rebelde. Após sua participação na banda mexicana RBD, iniciou projetos no cinema, na televisão e também no teatro. Lançou em 2008 o filme Volverte A Ver, participou da obra The Pillowman, no teatro e protagonizou a série Terminales. Em 2009, dublou o filme americano Igor, atuou em Venezzia, participou da série Tempo Final e integrou o elenco da segunda temporada de Mulheres Assassinas. No mesmo ano, protagonizou a telenovela Camaleones. Em 2010, foi repórter especial da Revista Quién na Copa do Mundo, gravou o filme Así es la suerte e sairá em turnê com a peça teatral Rain Man. Também será apresentador da 5ª Edição do AXN Film Festival.
Nathália G. Moura, 19 anos, paulista, é formada em administração e realizou seu sonho: conhecer Alfonso Herrera. Nacionalmente, Nathália ganhou destaque no Programa Pânico na TV, que possibilitou que estivesse frente a frente com seu ídolo. O dia do encontro foi 14 de julho de 2010, e o mesmo aconteceu no México. Confira a nossa entrevista com essa herrerita lutadora, e inspire-se para realizar seus objetivos.
Como o RBD ajudou-a nas realizações pessoais?
O RBD me ajudou a cativar amigos, meus melhores amigos eu conheci por “intermédio” deles, digamos. Por eles, no auge da adolescência, fomos aprendendo a correr atrás de sonhos, que ainda que parecessem impossíveis, a cada show, a cada volta deles, estávamos ali. Minhas maiores realizações pessoais foram as amizades e o amor que eu aprendi a ter, sem esperar nada em troca.
Você acreditava em algo, e por causa do RBD conseguiu alcançar?
Nunca imaginei que fosse viajar ao México, ainda mais com tudo pago. Desde muito pequena, conhecer o lugar onde gravavam as novelas, com aquelas pessoas que me faziam sorrir por vários meses, era um sonho muito grande. Esse sonho não foi bem o RBD, mas por consequência sim, porque graças à banda e à novela que eu o conheci.
Como foi conhecer alguém que integrou a banda? No que essa situação, te ajudou pessoalmente?

Conhecer alguém que percorreu o mundo, que foi e continua sendo absurdamente reconhecido, que milhões de pessoas amam, é uma experiência inesquecível. Um rapaz de quase 30 anos, com uma cabeça aberta, os pés firmes e absurdamente educado, é algo que quase nunca encontramos, ainda mais nos dias de hoje, que a fama e a soberba andam de mãos dadas. Essa situação me fez sentir realizada e completa, além de que conheci pessoas maravilhosas que me fizeram chegar até ele e outras que estavam na hora que o sonho foi realizado. Todo o apoio que recebi das pessoas, da produção e das pessoas que me conheceram através disso, é algo que eu nunca poderei retribuir, nem agradecer. É algo enorme e muito gostoso!!! Essas pessoas que me ajudaram, hoje ajudam mais sonhos, não televisionados, mas sempre tentam dar uma mão pra alguém. Eu me sinto uma ponte que pode ajudar algumas pessoas, através disso tudo.
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