Dulce María anuncia que está noiva e vai se casar!

0

No último dia 2 de dezembro, durante uma sessão de fotos improvisada, o diretor de cinema encontrou o instante perfeito para pedir a cantora em casamento, depois de dois anos de namoro.

Andávamos sem procurar, mas sabendo que andávamos para nos encontrar” – uma frase que Julio Cortázar poderia ter escrito baseando-se na seguinte história. Em abril de 2016 foi seu primeiro encontro na Cidade do México, de onde ambos são originários. “Eu estava num momento da vida em que me sentia bem comigo mesma e pensava: “Quando voltar a namorar é porque realmente não é brincadeira“, lembra Dulce María, a cantora e atriz cujo rosto é familiar em quase todo o planeta Terra. “Tínhamos encontrado a paz e não procurávamos nada nesse momento“, assegura Paco Álvarez, diretor de cinema e escritor. Mas a conexão de energias foi inevitável e o que começou como uma bonita amizade se tornou amor. Em outubro de 2016 ficaram namorados, e hoje, seguros de seu sentimento, falam em exclusividade com HOLA!, sobre seu desejo de passar para o altar.

– Felicidade pela notícia. Conte-nos, como se conheceram?
PACO: A gravadora de Dulce me convidou para dirigir um de seus videoclipes. A conheci três semanas antes de filmar, durante uma sessão de fotos para seu disco “DM”.

– Foi amor a primeira visita?
P: Sim. Ao vê-la em pessoa, me pareceu lindíssima. Senti uma conexão muito bonita com ela; um entendimento e uma harmonia ao estar juntos que foi crescendo no decorrer dos meses.
Dulce: Primeiro realmente foi algo laboral. Sim senti atração, mas nada mais. Nesse descanso que tive para comer conversamos do vídeo (“No sé llorar”). O bonito era que tudo fluía.

– Como foi o salto do laboral para o pessoal?
D:
Na gravação do vídeo tiraram algumas fotos de nós rindo e atrás se via uma luz. Essa foto, para mim, foi desses prelúdios do que poderia ser. Então trocamos nosso número de telefone, porque me contou que tinha um livro de poesia, e da música que tinha feito, e disse: “Um dia vamos nos juntar para compôr”.
P: O sol nos envolvia. Uma foto mágica. Dava uma sensação de estar com a pessoa certa no momento indicado.

– Seu primeiro encontro?
D:
Fomos comer. Os dois íamos super cautelosos. Era domingo de páscoa, então lhe disse: “Perdão, mas tenho que ir na missa” (risos). E me disse: “Te importaria se eu te acompanhasse?”. Nós tomamos um café e fomos na igreja (risos). Tudo era afinidade, legal, harmonia e pura amizade.

– Vocês atribuem seu amor ao destino?
P:
Sim, certamente. Quando Dulce começava com “Clase 406” (2002), eu trabalhava na Televisa, e certamente alguma vez nos cruzamos em algum corredor.
D: …mas não era esse o momento. Tudo o que vivemos nos preparou para, agora, podermos nos valorizar. Eu tive várias relações, ou tentativas de, e decepções que me fizeram aprender. Ele igualmente. Esse passado fez que nos encontrássemos nesse momento, Creio que Deus tem seus tempos.

OS CÚMPLICES: UM FOTÓGRAFO E O ENTARDECER.

– Paco, quando se deu conta que Dulce era a mulher de sua vida?
P:
Desde o momento em que decidimos estar juntos eu soube. Acredito que podemos amar-nos para sempre sem trabalharmos em nossa relação todos os dias.

– Paco, como pediu a ela que se casasse com você?
P:
Estávamos na FIL, Dulce me acompanhou na apresentação de um livro e um dos autores da editora do meu livro (“Mis dias contigo”), Fran Russo, é fotógrafo também, e nos disse: “Quero tirar algumas fotos”. E aceitamos.
D: Tínhamos 15 ou 20 minutos livres. Era o entardecer.
P: Ele tinha encontrado um parque arborizado, que não acredito sequer que tenha nome, eram cinco e meia ou seis da tarde, a luz era incrível. Eu trazia o anel, mas não havia dito nem para ele nem para ela. Digamos que Fran foi meu cúmplice sem saber.

– Então sim pensava em pedir-lhe em casamento nessa viagem…
P:
Não necessariamente. Já o tinha fazia algumas semanas. Tinha pensado que o melhor era propor num jantar, mas este momento foi muito especial. Estávamos num “mood” muito relaxado e aliviado, uma coisa muito real. Então disse: “Este é o momento”. Começamos a sessão de fotos. Estava nervoso, não posso negar. Trazia a caixinha com o anel escondida num chapéu. Enquanto Fran tirava fotos de Dulce, fui até meu chapéu, me integrei às fotos e me agachei. Ela ainda não entendia o que estava acontecendo.
D: Eu pensei que era brincadeira. Disse: “o que você está fazendo?”. Tínhamos conversado que queríamos estar juntos sempre, mas não esperava.
P: Abri a caixa, ela viu o anel, e lhe disse se ela queria se casar comigo. E então entendeu…
D: Que sim, era de verdade!

– Houve lágrimas, Dulce?
D:
Senti um nó na garganta de emoção. Lhe disse: “SIm, coloque-o”. Nos abraçamos, e durante todo esse tempo estavam tirando as fotos. Sim houve um pouco de lágrimas depois. Foi um dos momentos mais felizes da minha vida. Me doíam as bochechas de tanto sorrir. E assim estive o resto do dia.

– Como reagiram suas famílias?
P:
Felicidade total, alegria.
D: Minha irmã chorou. Meu pai não entendia “Mas como? Um anel de quê?”. Porque sou a caçula de casa (risos). Minhas amigas me diziam “Você vai me fazer chorar”. Tem amigos que vão saber ao ler isso, porque na realidade é algo muito íntimo. Esse é um dos projetos mais importante de nossa vida.

– O que tem Paco para um sim tão decidido?
D:
Tudo o que eu poderia pedir numa pessoa. É um homem que, além de encantar-me, é protetor, trabalhador… Eu sou bastante extremista: posso estar lá em cima e de repente vou para baixo e ele é muito positivo, então fazendo um bom equilíbrio.

MÃOS A OBRA

– Que tão “obsessiva” está?
D:
Com o trabalho não temos tido tempo de organizar nada. Por exemplo, não fui provar o vestido, ainda não temos planejador de casamento, nem data.

– Onde e quando gostariam de se casar?
D:
Na praia não. Queremos algo na Cidade do México ou o mais próximo possível de nossos seres queridos. Ainda não sabemos sevai ser este ano ou no próximo. Faremos o possível para que seja este, mas dependemos muito de nossas agendas de trabalho.
P: Em algum lugar com jardim, um laguinho ou entre árvores.

– Sera um casamento romântico, no campo?
D:
Nada tão elegante nem tão rigoroso; algo mais boêmio. Queremos algo pequeno, não algo super social: que esteja boa a comida e que somente vá pessoas que realmente nos quer ver bem e lhes alegre nossa união.
P: Não é é que seja um casamento “hippie”, o que queremos, mas um pouco sim (risos).

– De lua de mel aonde gostaria de ir?
P:
Paris nos encanta. Já estivemos juntos lá e foi uma viagem maravilhosa.. Londres, Itália…
D: Algum lugar romântico, mas não tão longe. Digo isso agora, mas podemos ir para a Oceania (risos)…
.
– Se casarão por…
D:
Pelo civil e pela Igreja. Se casar não é garantia de que será feliz para sempre, mas queremos uma cerimônia para selar nosso amor com a benção de Deus.

– Dulce, você vai colaborar no desenho de seu vestido?
D:
Tenho em mente a ideia do que quero, mas não gostaria de desenhá-lo. Eu gostaria de conversar com algum design mexicano, e também viver a etapa de ir provar vestidos.

-Como você o imagina?
D:
Entre romântico, boêmio e elegante. De manga longa, com um pouco de decote e talvez rendas. Que esteja o mais cômoda possível, se não vou querer trocar assim que acabe a cerimônia (risos). Na igreja usarei saltos, mas depois, definitivamente tênis, porque se você se sentir incômoda será notável.

UM MESMO DESTINO

– Ter filhos é um plano a curto ou longo prazo?
D:
Nos queremos formar uma família num futuro não muito longínquo.
P: É parte de nossos sonhos, mas não sabemos quando ainda.

– Colocará em pausa sua carreira para se entregar à maternidade?
D:
Sim. Pela primeira vez na minha vida eu gostaria de ter esse tempo para mim, estar tranquila, e se Deus quiser, cuidar do meu bebê. Não poderei sair de turnê ou estar em algum projeto, mas sim compôr canções e escrever.

– Algo que não saibamos de Paco, Dulce?
D:
É muito protetor e muito seguro. O que sonha, ele materializa. É leal e entregue. É um excelente papai: amoroso, e faz tudo por seus filhos.

– O que você diria a Paco antes de ser sua esposa?
D:
Obrigado por aparecer. Espero que esse amor possa ser para sempre e que formemos um lar e uma família abençoada por Deus.

– Um lugar com muitas crianças correndo?
D:
No máximo dois (risos). Para começar um e depois ver o que acontece.

– O que diria a Dulce antes do “Sim”, Paco?
P:
Que lhe agradeço que me ame da forma que o faz, com respeito e todos os dias.

Confira os scans:

Créditos: Hola! México & Tradução por RBDForever.com.br

Comments are closed.